terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

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          "Sim, era uma rosa-dos-ventos. Para que ele sempre se lembrasse que apesar de quando escolhesse uma direção, tivesse que renunciar a outras, ou por ora deixá-las de lado para poder seguir, sempre haveria um caminho. E para que ele também lembrasse que estagnar-se não fazia parte de nenhum desses caminhos. Então, carne e tinta tornaram-se a mesma parte de um todo. Pra sempre.

          Pode ser que um dia ele deixe de acreditar nisso. Mas nunca esquecerá de algo que de agora em diante, é parte dele."


3 comentários:

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

que bom rever vc e suas emoções por aqui ...

"Pode ser que um dia ele deixe de acreditar nisso. Mas nunca esquecerá de algo que de agora em diante, é parte dele."

perfeita esta reflexão ...

bjão

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

ah! esqueci de um adendo:

que ilustração maravilhosa ... amei

bjão

Wall ? disse...

Bom demais voltar depois de um longo inverno e ser tão bem recebido assim, Bratz.

Durante esse tempo, andei brigado com papel e caneta, tava me sentindo bloqueado pra escrever e não fluía. Mas me sinto mais à vontade assim, mesmo com muito tempo longe, ver que a volta foi espontânea, natural.

De volta pra casa. :)

A foto é da minha 'filha' mais recente e o texto foi criado quando eu decidi tatuar a rosa-dos-ventos. É exatamente o que ela representa pra mim, na minha caminhada.

De coração aberto, MUITÍSSIMO OBRIGADO, meu querido.

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